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O transporte inicia 2026 com um olhar mais estratégico e consciente.
Depois de um
período que exigiu atenção
redobrada às decisões, o setor avança para um novo ano em que
planejamento, eficiência e parceria ganham ainda mais protagonismo. Não se
trata apenas de crescer, mas de crescer de forma sustentável, com escolhas
que façam sentido para a operação e para o longo prazo.
A principal variável no radar segue sendo a taxa de juros. Hoje, com a
Selic em torno de 15%, o custo do financiamento ainda impõe desafios
relevantes e isso naturalmente torna o processo de compra mais criterioso.
Para 2026, a expectativa do mercado é acompanhar de perto o movimento
dessa taxa. Caso haja uma trajetória de queda ao longo do ano, chegando a
algo próximo de 12% ou 12,5%, o cenário tende a ser de maior equilíbrio e
previsibilidade para novos investimentos.
Mesmo nesse contexto, alguns segmentos seguem sustentando perspectivas
positivas. O agronegócio permanece como um pilar importante da economia e
deve manter operações estáveis.
Mineração,
setor madeireiro
e e-commerce continuam apresentando demanda consistente, enquanto a
cana-de-açúcar
tende a direcionar uma parcela maior da produção para o etanol. A
carga geral, de forma mais ampla, também deve seguir estável.
Esses movimentos reforçam uma tendência clara: mais do que volume, o
mercado valoriza, cada vez mais, eficiência operacional e
custo total de operação. É nesse ponto que escolhas estratégicas podem fazer toda a diferença.
Ter o veículo adequado para cada aplicação, com foco em baixo consumo de
combustível e disponibilidade, deixa de ser apenas um diferencial e passa
a ser condição básica para competitividade aliada à segurança operacional.
A ampliação da
gama Super
- com destaque para o Super 420 6x2 e o Super 500 6x4, soluções que
entregam desempenho e o menor consumo do mercado - reforça esse
posicionamento, oferecendo opções alinhadas às diferentes realidades do
transporte brasileiro e ajudando o cliente a extrair mais valor de cada
quilômetro rodado.
No mercado de ônibus, a expectativa para 2026 também é de estabilidade com
oportunidades bem definidas. Operadores médios e grandes devem seguir
renovando suas frotas, enquanto o avanço das soluções sustentáveis ganha
força, especialmente nos centros urbanos. O crescimento do uso de
gás
e
biometano
reflete uma transição energética feita com pragmatismo, combinando redução
de emissões, viabilidade operacional e infraestrutura disponível. O
ônibus elétrico
segue como uma solução essencial para a mobilidade, mas não a única — a
transição energética no transporte passa por diferentes caminhos, e o
biometano
é um deles.
Em serviços, seguimos
ampliando a estrutura
da nossa Rede de Concessionárias, com mais pontos de atendimento e
soluções conectadas que colocam o cliente no centro da nossa operação,
reforçando a importância de olhar para o veículo ao longo de todo o seu
ciclo de vida.
Mais do que
projetar
cenários, 2026 se apresenta como um ano de construção conjunta.
Estar próximo do cliente, entender profundamente sua operação e oferecer soluções completas — que
integram veículos, serviços e soluções financeiras — será decisivo para
transformar desafios em oportunidades reais, planejamento em resultado.
É assim que continuaremos avançando: com parcerias fortalecidas, decisões
conscientes,
baseadas em dados, eficiência e visão de longo prazo, e a convicção de que o futuro do
transporte se constrói juntos — como a família Scania faz e sabe fazer.
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