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Dirigindo um sonho: o Scania Super que mudou a história da World Transportes
S de sonho, S de Super: conheça a jornada da World Transportes, que transformou um sonho de família em expansão de negócios com a chegada do seu primeiro Scania Super
Existem sonhos e conquistas que mudam uma empresa. E existem outras que
mudam uma família inteira. Para o empresário Rafael Mandú, de 32 anos, a
chegada do seu primeiro Scania Super foi assim. Mais do que um marco
profissional, o Super foi um capítulo importante de uma história no
transporte escrita com persistência, fé, muito trabalho e paixão pelo que
faz.
“Quando busquei o caminhão foi um marco na vida da minha família”, ele
lembra. “A gente sempre falou que a fábrica da Scania era uma fábrica de
sonhos. E, dessa vez, o sonho era nosso”, emociona-se.
Da crise ao recomeço
A paixão pela Scania vem desde a infância. Ele cresceu admirando os
clássicos — o saudoso 113, o caminhão “acastanhado”, os ônibus Cometa
azuis que passavam na estrada - e acompanhando o trabalho do pai, Luiz
Carlos Mandú; da mãe, Maria José, que, como disse Rafael, “com
persistência fez com todos os sonhos da família pudessem se tornar
realidade”; e do irmão, Luiz Henrique de Souza Mandú, à frente de uma
empresa pequena de ônibus de turismo.
Mas a vida, como costuma fazer, fez a família mudar de planos. Com a
pandemia de Covid-19, eles precisaram devolver os ônibus financiados que
tinham. Afinal, o turismo parou, as viagens foram canceladas e o “fique em
casa”, imposto pela situação à época, forçou a empresa a ajustar a rota,
como aconteceu com muitas outras do setor. Junto com a mudança de planos,
as contas também chegaram. O irmão passou a trabalhar de moto para ajudar,
Rafael vendeu férias para “segurar as pontas” - e as contas - de casa.
E foi justamente no meio da crise que a ideia apareceu: investir no
transporte, mas com caminhão. “Meu pai já tinha trabalhado com caminhão um
tempo, compramos um primeiro veículo trucado, e começamos a atuar”,
lembra.
Depois, veio a chance de atender uma rede de supermercados. “Eles tinham
muitos problemas de logística. A gente só tinha um caminhão. Propus
comprar os deles e tocar o negócio”, conta. A ousadia virou oportunidade.
Nascia a operação que hoje sustenta 20 famílias — a deles e de todos os
colaboradores da World Transportes.
O irmão ficou com a empresa ônibus, chamada LumaBus e composta por três
Scania K 310 4x2, e faz a gestão da viação ao lado dos pais. Rafael
assumiu a frota da transportadora. Vieram cinco truques. E, com o
crescimento dos clientes — e de um novo Centro de Distribuição prestes a
abrir — faltava um passo. O tal passo que, até então, era apenas sonho de
menino.
De semi a Super
O primeiro contato com a Scania nasceu de um clique: um formulário
preenchido no perfil da Scania no Instagram. A resposta passou pelas telas
de Ana Silva, analista de Marketing das Casas Scania Cativas Codema,
Cavese e Suvesa, e posteriormente veio pela voz de Brunna Souza,
consultora de Vendas de Soluções da Casa Scania Codema, que atendeu e
acompanhou Rafael desde o início.
“Expliquei para a Brunna que o nosso sonho era ter um bitruque. Mas as
conversas seguiram e fomos amadurecendo a ideia. Até que um dia liguei
para a Brunna e falei: esquece tudo. Vamos olhar um cavalo. Algo maior.
Fui pretensioso e no dia seguinte a nossa ficha foi aprovada. O sonho
estava se tornando realidade”, detalha. “A Scania é pra gente a Ferrari
dos caminhões”, destaca.
Brunna lembra bem desse momento. “Eu estava negociando um 450, nem
imaginava que o 460 Super estaria disponível. Em segundos, virou um Super
quando fui negociar uma condição especial para ele. O Rafael entrou direto
no melhor da marca, no futuro da Scania”, conta.
A primeira partida ninguém esquece
Rafael descreve a cena com a nitidez de quem está vivendo algo que esperou
por anos: “Quando dei partida naquele Super prata… eu nunca tinha dirigido
um cavalo. Era como entrar numa Ferrari. Era o top do top. Eu dei partida
no sonho.”
E não é exagero. Para quem sempre sonhou com os motores Scania, para quem
tirou foto na Fenatran de 2022 ao lado de um Super sem imaginar que teria
um na garagem, a sensação é exatamente essa: realização.
Antes de fechar com a Scania, Rafael e o pai chegaram a visitar outra
marca — preço mais baixo, condição atrativa. Mas ele resume com uma frase
que carrega tudo: “Mesmo que tivesse dado certo, eu não estaria tão feliz.
Scania é sonho.”
Experiência além da venda
Para Kaue Vale, responsável pela área comercial da Casa Scania Codema nos
estados de São Paulo e Rio de Janeiro, histórias como a do Rafael explicam
por que cada cliente importa. “Para a Scania, o cliente está sempre em
primeiro lugar, seja comprando um ou 100 caminhões. A realização dele é a
nossa realização. A experiência precisa ser sempre a melhor”, afirma.
E Rafael confirma essa sensação em todas as direções. Do atendimento ao
Banco Scania, com a ficha aprovada em um dia, ao acolhimento desde o
primeiro contato: “Eu sempre digo que Deus coloca as pessoas certas no
caminho da gente. E a Brunna foi uma delas.”
S de sonho, S de Super
A chegada do primeiro cavalo mecânico zero quilômetro virou mais que uma
conquista emocional: virou estratégia. Um único caminhão que deve entregar
o equivalente à operação inteira de cinco truques. Um passo que já abriu
portas com clientes, embarcadores, empresas de e-commerce e novas rotas
pelo país.
“Quando contei para amigos da indústria que comprei um Scania e mandei
foto, de dez pessoas, onze falaram a mesma coisa: é o Super. É premium.
Isso muda o patamar da empresa”, orgulha-se o empresário.
Com o novo Super, o plano é claro: rotas longas, incluindo viagens para o
Nordeste; rotas urbanas, para atender a demanda de supermercados; e uma
nova operação que está sendo fechada com uma gigante do e-commerce, que já
sinaliza a necessidade futura de mais caminhões.
Rafael quer dirigir o Scania Super pessoalmente nos primeiros meses, até
entender melhor os detalhes e as entregas do modelo: o comportamento na
estrada, o consumo de combustível, a média que pode alcançar, as respostas
do conjunto. Planilhas, gráficos, telemetria — tudo faz parte da rotina de
gestão do negócio, dentro e fora da boleia.
E segurança, claro: “O caminhão vai rodar pelo Brasil, fazendo rota até o
Nordeste. O veículo não vai estar comigo a todo momento, mas vai estar
debaixo da asa da Scania. Sei que terei todos os serviços, atendimento e
suporte. Vou colocar minha cabeça no travesseiro e dormir tranquilo porque
tenho confiança no trabalho e na marca”, explica.
Uma história que inspira — e que está só começando
Hoje, a World Transportes, empresa da família Mandú, renasce maior do que
um dia imaginou ser. Rafael entrega exatamente o que seu pai sempre sonhou
quando pediu que ele estudasse: visão, planejamento, responsabilidade. E
agora retribui em forma de crescimento e orgulho. “Não é só a nossa
família que depende desse trabalho. São 20 famílias. E tudo o que temos
hoje é fruto de persistência”, diz.
Olhando para tudo o que viveu até aqui, Rafael sabe que essa virada de
página é só o começo. A parceria construída, a visita tão desejada à
fábrica (que em breve também vai virar realidade) e a chegada do primeiro
Scania Super abriram uma nova porta — daquela que a gente atravessa com o
coração batendo mais forte, porque entende que está entrando em outro
capítulo da própria vida.
Mesmo diante de tantas conquistas, o melhor ainda nem começou. Até porque
o Super nem entrou oficialmente na operação. “Acho que ainda vem muito
mais. Um dia vamos olhar para trás e falar: lembra quando tínhamos só os
truques?”, pontua Rafael.
Mas a mensagem que fica vai além das lembranças. Rafael deixa uma reflexão
que vale para qualquer empreendedor — dos pequenos aos grandes: “Não
desista dos seus sonhos. Mas tenha planejamento. Saiba onde estão os seus
custos, os seus gastos e ainda que você seja pequeno, vá ver o que a marca
tem a oferecer e vá conversar. A Scania tem uma proposta para todos os
tamanhos de empresa. O sonho precisa sair do papel e virar realidade. O
nosso virou. E foi rápido, fui acolhido e fizemos acontecer.”
E é assim, guiando seu primeiro Scania Super, que Rafael agora dirige mais
que um caminhão. Dirige a história da família. Dirige o futuro. Dirige um
sonho.
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