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[ Sustentabilidade ] -- 04/02/2026
[
Texto e fotos: Newsroom Scania ]
Por que o transporte autônomo é tão sobre pessoas quanto sobre tecnologia
O gerente de produtos do modelo hub-to-hub e profissional movido pelas relações humanas, Daniel Blank explica por que o transporte autônomo terá um impacto tão positivo no nosso dia a dia
Falamos muito — e com razão — sobre a tecnologia impressionante por trás
dos veículos autônomos. Mas o aspecto humano é igualmente profundo, como
Daniel Blank faz questão de destacar.
“Essa tecnologia vai nos ajudar a promover uma grande transformação no
mundo do transporte. E o que mais me orgulha é que isso não beneficia
apenas o meio ambiente de forma geral, mas também as pessoas”, afirma.
Natural da Alemanha e com passagem pela MAN, empresa-irmã da Scania,
Daniel ingressou na equipe de Transporte Autônomo da Scania justamente no
momento em que ela foi oficialmente lançada, em 2019. Hoje, ele atua como
gerente de produtos na frente hub-to-hub [operação que conecta um centro
logístico a outro, em rotas pré-definidas] do TRATON Group R&D,
liderando com orgulho uma equipe multinacional de cerca de 90 pessoas,
responsável por definir, projetar e desenvolver toda a linha de produtos
para operação em vias públicas.
Para Daniel, o transporte autônomo significa conectar equipes, alinhar
prioridades e manter o usuário final no centro do desenvolvimento.
“Nosso objetivo é desenvolver produtos hub-to-hub que possam operar a
partir de um centro logístico, principalmente pelas rodovias, mas também
por algumas vias de conexão, até outro centro logístico”, explica.
“É um produto completamente novo, e ainda não sabemos tudo. Por isso,
trabalhamos em estreita colaboração com os clientes para entender suas
necessidades e traduzi-las em soluções técnicas. Depois, discutimos com as
equipes ampliadas e especialistas técnicos como transformar esses
conceitos em produtos.”
“Para mim, o trabalho envolve muita coordenação com o time, tomada de
decisões sobre os caminhos a seguir e a garantia de que tudo esteja
estruturado da melhor forma possível. É uma função ampla e extremamente
interessante.”
Marcos importantes da equipe de transporte autônomo
Ao longo de seis anos na área de Soluções Autônomas, Daniel vivenciou
diversos marcos importantes — começando pela satisfação pessoal de ver uma
equipe inicial de oito pessoas crescer para cerca de 90 profissionais. Ele
também destaca conquistas técnicas relevantes, como o
evento da Red Bull, no qual teve papel de apoio fundamental.
A colaboração próxima entre diferentes áreas é essencial para o programa
de autonomia, garantindo soluções que funcionem tanto para a tecnologia
quanto para as pessoas que interagem com ela
“Tivemos vários marcos técnicos e de produto, e o
desafio da Red Bull
mostrou isso de forma muito concentrada. Tudo começa quando temos a Plus
AI como parceira, reunimos os componentes técnicos e, pela primeira vez,
fazemos tudo funcionar em conjunto. Tornar isso realidade já é um marco
por si só”, afirma.
“O trabalho que a equipe realizou nesse desafio foi incrível. Ver todos
focados em uma entrega em um prazo tão curto e conseguindo alcançar o
objetivo é algo que me deixa extremamente orgulhoso.”
“De forma mais ampla, quando um caminhão autônomo roda pela primeira vez
em uma rodovia, faz trocas de faixa sozinho, acessos de entrada e saída ou
cruzamentos de forma autônoma, esses são marcos que a equipe celebra.
Conseguimos ver que esse é um produto capaz de operar totalmente sem
motorista em vias públicas, pois reconhece outros veículos e usuários da
via e reage a eles.”
A autonomia também pode ajudar as pessoas
Mesmo ao falar de detalhes técnicos, Daniel nunca deixa o aspecto humano
de lado. Ele faz questão de destacar os benefícios que o transporte
autônomo pode trazer para as pessoas.
O desenvolvimento de soluções autônomas envolve aprendizado constante e
evolução contínua, equilibrando avanços técnicos com as demandas
práticas das operações do dia a dia.
“Continuaremos precisando de
motoristas no futuro. Eles poderão trabalhar localmente, voltar para casa no fim do dia,
dormir em suas próprias camas. Já enfrentamos hoje a falta de motoristas,
então precisamos utilizar esses profissionais qualificados no lugar certo,
sem afastá-los de suas famílias por semanas.”
“Além disso, com o transporte autônomo, não ficamos mais presos a janelas
rígidas de direção. Não importa tanto se o transporte leva exatamente nove
horas ou nove horas e 20 minutos. Isso nos permite, por exemplo, rodar
cinco quilômetros por hora mais devagar, com menor consumo de energia,
seja com motores a combustão ou elétricos a bateria.”
“O transporte autônomo pode tornar o transporte — e a vida das pessoas —
mais seguros e sustentáveis, contribuindo para um mundo um pouco melhor.”
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