Dono de uma frota com sete caminhões Scania, Fernando Medeiros de Oliveira é filho de caminhoneiro e apaixonado pela marca desde adolescente, quando entrou pela primeira vez em um Scania 111
A estrada nunca foi apenas um caminho para Fernando Medeiros de Oliveira,
de 59 anos. Sempre foi parte de sua vida e foi o que definiu o seu destino
profissional. Filho de caminhoneiro, ele cresceu entre partidas e
chegadas, acostumado com o barulho do ronco do motor do caminhão e com as
histórias que o pai trazia depois de cada viagem. Essa rotina que marcou
sua infância, firmou também a sua própria história. Há 43 anos é ele quem
segura o volante e faz da estrada sua segunda casa. “Eu sempre gostei de
caminhão, desde pequeno. Eu viajei muito com meu pai, Jorge Dias de
Oliveira, durante as minhas férias escolares. Hoje meu pai é falecido, mas
eu tenho excelentes memórias das viagens que fiz com ele, e levo comigo o
legado que ele deixou. Está no sangue ser caminhoneiro”, revela.
Fernando em alguns dos muitos momentos vividos ao lado do pai, durante a
trajetória da família no transporte
E não é qualquer caminhão que faz o Fernando “pegar estrada”. Em todos
esses anos de profissão, só trabalhou com Scania. O pai chegou a ter
veículos de outras marcas, mas quando se deparou com o modelo 111 foi amor
à primeira vista - comprovando depois, na prática, a potência do bruto. “O
nosso primeiro Scania foi um 111, ano 1977. Eu era ainda menor de idade,
mas já sonhava em dirigir esse caminhão, lembro da imponência dele na
estrada. Depois, meu pai vendeu esse 111 e comprou um 112 H e em seguida
um 111 S. Foi aí que eu comecei a dirigir. Meu pai seguia com o 112 H e eu
com o 111 S. Nós viajamos muito pelo Brasil levando todo tipo de carga”,
lembra.
Um legado construído com Scania
Depois do 112 H, ele e o pai tiveram juntos outros caminhões da marca,
como 113 R, P 124, 112 HS, P 113 e um 114, série 4, que foram contemplados
em um consórcio da Scania. “Esse último eu lembro com muito carinho,
porque foi um dos primeiros aqui da área onde eu moro em Bom Jardim,
região serrana do Rio de Janeiro. Depois a gente precisou vender os
caminhões para conseguir renovar a frota”, afirma. Atualmente, a JF
Transportes de Bom Jardim - empresa que leva no nome as iniciais do pai,
Jorge, e do próprio Fernando -, possui sete caminhões Scania: P 360
(2013), R 380 (2010), R 420 (2011), R 440 (2014/2015), R 440 Streamline
(2015), R 540 (2020/2021) e R 500 (2021).
“Hoje somos minha irmã, Cristina Medeiros de Oliveira, e eu que
administramos a empresa. Ela fica na parte interna, administrativa, junto
com uma colaboradora e eu fico na estrada, com mais cinco motoristas.
Também cuido da mecânica dos caminhões. Eu até já tentei parar de dirigir,
mas tenho a impressão de que vou ficar enferrujado”, diverte-se. A JF
Transportes atua no segmento da construção civil, fazendo o transporte de
cimento de uma fábrica para outra, de Cantagalo, na região serrana do Rio
de Janeiro, para a capital carioca.
Fernando e a irmã Cristina Medeiros
“A Scania é a nossa casa fora de casa”
O caminhão preferido do Fernando na frota é o R 540, que ele dirige. “Na
verdade, eu gosto de todos, cada um tem sua característica particular.
Todos são Scania, então não tem como não pegar amor por todos, mas gosto
bastante do R 540, porque estou dentro dele todos os dias”, destaca. O que
motiva o Fernando a continuar na estrada é a paixão por dirigir e pela
marca. “A Scania tem um tratamento com a gente que eu não sei se outra
marca teria. Trata a gente como se fosse membro da família. Isso não tem
nada que pague. Outras marcas já vieram com promoção de caminhão para mim,
mas eu recusei, eu sou fiel a marca e vou continuar sendo”, enfatiza.
O que também fortalece essa parceria de tantos anos é que tecnicamente a
Scania oferece um caminhão melhor que as outras marcas, mais comercial,
mais confortável, com mais economia de combustível e tecnologia embutida.
“Quando você entra em um Scania é como se tivesse chegado na sua casa e
sentado no sofá, com todo o conforto, fazendo aquilo que você gosta, com
segurança, tecnologia e economia. Tudo isso ao mesmo tempo. Fora o
atendimento e serviço de excelência da concessionária desde a época do meu
pai, no grupo WLM, na capital, Rio de Janeiro. A Scania é a nossa casa
fora de casa”, revela.
Marcado na pele
Na Fenatran (Salão Internacional do Transporte Rodoviário de Carga) de
2019, Fernando tatuou no antebraço direito o grifo da Scania, criatura
mitológica com cabeça e asas de águia e corpo de leão, utilizado no
logotipo da marca. “Fica esse registro que eu vou levar para o resto da
minha vida com uma gratidão imensa e muito orgulho pela Scania”, finaliza.
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